Tem pessoas que nos tiram do sério!
Há quem se pergunte se elas gostam de apanhar...
E tem pessoas que batem. Que tentam se controlar, mas acontece.
Como assim: acontece?
Viram um monstro?
Saem de si?
Para onde vão?
Quem fica ali?
Perderam a cabeça...
E ficou apenas o resto do corpo.
Um resto que bate.
Mas também... passaram do limite.
Fez que fez e deu nisso.
Não podiam ter feito isso.
E tendo feito não restou alternativas.
Não soube.
Prendam! Não pode, é proibido.
Proibido? Prendam? Mas eu amo...
Ama? Ama? Ama?
Que é o amor?
Isso não é amor!
O amor é bom.
Quem tem apenas o amor? Onde está amor, puro, sem a sua face odiosa?
Limite. Intolerável. Impossível. Interdito.
[Eu tive uma vizinha que engravidou. Nasceu uma menina. A mãe passava o dia sozinha com sua filha. E ficava irritada e gritava muitas vezes. Ela chorava muitas outras. Culpava a filha pelo seu estado de espírito. Até o dia que ela fez alguma coisa. Eis uma frase propositadamente ambígua. A menina chorava muito. A mãe dizia: olha o que você me fez fazer. A menina tinha 2 anos.]
Nenhum comentário:
Postar um comentário