Surpreendentemente ele foi a pessoa mais gentil e que mais considerou a minha existência de forma verdadeira. E o que mais eu valorizo numa pessoa é essa condição de olhar e querer ver o outro. Que peça a vida me pregou: a pessoa que eu mais gostei e a que eu menos gostei num determinado dia eram a mesma pessoa.
E fiquei com meus botões percebendo como que a relação amorosa nos permite ceder ao desagradável a nós que o outro carrega em si. O quanto somos, na verdade, maleáveis em muitos aspectos.
Tenho na minha família pessoas que eu amo e que me amam e que na vida regular jamais nos escolheríamos como companhia, temos diferenças grandes demais. Mas por sermos da mesma família, construímos uma relação amorosa que transcende as diferenças... anos de uma relação amorosa que opta com clareza por diminuir as diferenças e valorizar as belas conquistas. Viva o amor.
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