A verdade nos enlouquece...
Não queremos, sabemos que há um limite
Um limite que não é assim tão claro
Queremos mais o caminho que a verdade
Vale a pena essa vida de meios tons?
Sem sabermos ao certo um quando
O ponto de entrega das vidas por um sentido
Vivo minha vidinha insossa
Em nome da paz não faço guerra
Mas sem a guerra a verdade não se impõe
Como fazer valer nossas verdades?
Em que momento desviamos
Sabendo que seremos fustigados
Pelo sistema, pela vida, por um todo
Harmonia na desarmonia que reina
Questões a respeito da covardia
Comigo mesma, com o outro, na vida
Um limite tênue entre o silêncio
E a violência em que a verdade se imponha
Violência em mim
Violência de mim
Violência da própria verdade
Violência em ter que escolher
E as nuances são tantas
Entre a paz e a guerra
Entre o fazer e o inerte
É fundamental saber ser
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